Digitalli

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Fábrica própria em Vacaria/RS

Produção de Pequenos e Grandes Lotes

Além de desenvolver projetos, a Digitalli também realiza a produção de sistemas eletrônicos em pequenos, médios e grandes lotes. Essa flexibilidade nos permite atender desde produções-piloto e testes de mercado até demandas industriais consolidadas. Nosso parque produtivo é equipado para garantir precisão, qualidade e controle em cada etapa da fabricação, independentemente do volume.

Esse serviço é ideal para empresas que já possuem um projeto eletrônico pronto — seja desenvolvido conosco ou não — e precisam de um parceiro confiável para produzir seus dispositivos. Atendemos diversos segmentos, como automação industrial, agronegócio, tecnologia e segurança, com prazos ajustáveis conforme a necessidade do cliente e total rastreabilidade dos processos de produção.

A linha de produção

Oito etapas entre a placa nua e a caixa fechada.

A montagem acontece inteira dentro da nossa fábrica. Nenhuma placa viaja entre fornecedores no meio do processo, e é sempre a mesma equipe que programa a máquina, acompanha o forno e assina o lote.

Cada etapa deixa registro. Se um produto apresentar falha meses depois, conseguimos voltar ao lote do componente, ao programa de montagem e ao perfil térmico usados naquele dia.

  1. Preparação do lote

    Conferimos o material recebido contra a lista, separamos os componentes por posição de alimentador e carregamos o programa de montagem. Divergência entre a BOM e o que chegou aparece aqui, antes de qualquer máquina ligar.

  2. Impressão da pasta de solda

    A pasta é depositada sobre as ilhas da placa através do estêncil. É a etapa que mais decide o rendimento do lote: pasta de menos vira solda fria, pasta de mais vira curto entre terminais finos.

  3. Pick and place

    A máquina posiciona os componentes de superfície sobre a pasta impressa. É deste equipamento que sai o número de 16.000 componentes por hora — e é ele que a ampliação em curso leva a 32.000.

  4. Forno de refusão

    A placa atravessa o forno seguindo um perfil térmico definido para aquele produto. Placas com muita massa metálica ou com componentes sensíveis ganham perfil próprio, validado antes de a série começar.

  5. Inspeção pós-refusão

    Inspeção visual e dimensional das juntas: alinhamento, volume de solda, componente deslocado ou invertido. O que não passa vai para a bancada de retrabalho — não para a caixa.

  6. Montagem PTH e solda convencional

    Conectores, bornes, transformadores e tudo o que ainda pede furo passante entram nesta etapa, com solda feita à mão por quem faz isso todos os dias. Boa parte das placas é mista: SMT nos dois lados e PTH depois.

  7. Teste funcional e gravação de firmware

    Cada unidade é energizada no jig de teste desenvolvido junto com o projeto. No mesmo passo gravamos o firmware e o número de série, quando o produto usa um. Placa que sai daqui foi ligada.

  8. Embalagem, identificação e expedição

    Placa aprovada é embalada em material antiestático e identificada por lote. Junto vai o relatório da produção: quantidade liberada, o que reprovou e o que foi retrabalhado.

Capacidade instalada

O tamanho do lote não decide se a gente atende.

A linha foi montada para trocar de setup rápido. Por isso convivem na mesma semana um protótipo de poucas dezenas de placas e uma ordem de produção seriada — e os dois saem da mesma máquina, com o mesmo programa validado.

Hoje a montagem automática roda a 16.000 componentes por hora. A ampliação em curso leva esse número a 32.000 sem trocar o processo que já está aprovado, o que evita requalificar produtos que já estão em produção.

Painéis de placas de LED enfileirados na saída da linha de montagem da Digitalli

30+ empregos diretos na unidade de eletrônica


16.000

Componentes montados por hora, em operação hoje

32.000

Componentes/hora com a ampliação em curso

2014

Produzindo eletrônica em Vacaria/RS desde

R$ 4mi

Investimento aproximado no parque fabril de eletrônica

Protótipos Lote-piloto Produção seriada Rastreabilidade por lote SMT dos dois lados Montagem mista SMT + PTH

Antes do orçamento

O que precisamos receber para dar um número, e não um chute.

Com este conjunto completo, conseguimos orçar sem rodadas de e-mail. Falta alguma coisa? Envie o que tiver: nós apontamos o que está faltando e por que aquilo muda o preço.

01

Arquivos de fabricação da placa

São eles que definem o corte do estêncil e permitem conferir se o desenho é montável na nossa linha antes de comprar qualquer coisa.

  • Gerber RS-274X ou ODB++
  • Arquivo de furação (Excellon)
  • Camadas, espessura e acabamento de superfície
  • Dimensão da placa e se ela será entregue em painel
02

Lista de materiais (BOM)

Uma BOM sem part number de fabricante não é uma lista: é uma intenção. Precisamos saber exatamente qual peça comprar ou receber.

  • Part number do fabricante, não apenas o do distribuidor
  • Designadores agrupados por item
  • Quantidade por placa
  • Segundas fontes que você já aprova, se houver
03

Arquivo de posicionamento

O centroid diz à máquina onde cada componente entra. Sem ele alguém precisa digitar coordenada por coordenada — e esse tempo entra no seu orçamento.

  • Designador, X, Y, rotação e lado da placa
  • Unidade de medida e origem declaradas
  • Ou, em último caso, o arquivo nativo do seu CAD
04

Desenho de montagem e observações

O que o arquivo não conta: a polaridade que já causou retrabalho, o componente que não pode encostar na borda, a altura máxima que o gabinete aceita.

  • Vista de montagem dos dois lados da placa
  • Componentes sensíveis a calor ou umidade
  • Áreas que não podem receber solda, cola ou verniz
05

Quantidade e recorrência

Volume muda tudo: compra de componentes, custo do estêncil, tempo de setup e preço por placa. Diga o cenário real, inclusive o otimista.

  • Quantidade do primeiro lote
  • Previsão de repetição ao longo do ano
  • Se haverá lote-piloto antes da série
06

Teste, firmware e prazo

Se a placa precisa sair ligada e gravada, isso entra no orçamento como etapa de produção — com tempo e jig previstos, não como favor.

  • Procedimento de teste ou critério de aprovação
  • Arquivo de firmware e como ele deve ser gravado
  • Data em que o lote precisa estar na sua mão

Por dentro da linha

As máquinas que fazem o trabalho.

Clique em qualquer imagem para ampliar.

Modelos de fornecimento

Nós compramos o material, ou você manda o kit.

As duas formas funcionam e convivem bem. A escolha costuma ser sobre quem carrega o risco de compra e quem já tem contrato com distribuidor.

Comparação entre o fornecimento turn-key, com material por conta da Digitalli, e o fornecimento consignado, com material do cliente.
Ponto de decisão Turn-key — material por nossa conta Consignado — material do cliente
Compra dos componentes Assumimos a cotação, a compra e o recebimento, incluindo a placa nua e o estêncil. Você compra e nos envia o kit completo, com a placa nua incluída.
Segunda fonte Pesquisamos alternativas e submetemos cada troca à sua aprovação por escrito. A definição é sua; montamos exatamente o que foi enviado.
Falta e obsolescência O risco é nosso e avisamos assim que um item crítico aperta no mercado. O risco é seu: a linha só entra em produção com o kit completo.
Conferência na chegada Feita internamente, contra a BOM aprovada no pedido. Conferimos o kit e informamos divergências antes de montar qualquer placa.
Sobra de processo Já prevista no orçamento, sem cobrança extra depois. Envie um percentual a mais dos componentes pequenos de SMT.
Prazo Conta a partir do pedido e depende do prazo de entrega dos itens críticos. Conta a partir da chegada do kit completo à fábrica.
Costuma fazer sentido para Quem quer um fornecedor único e produtos com produção recorrente. Quem já tem contrato de compra fechado ou estoque parado para consumir.

Também não precisa ser tudo ou nada. É comum dividir: você envia os itens que já tem em contrato e nós compramos o restante. A única regra é que essa divisão fique escrita no pedido, item a item, para ninguém descobrir a falta com a máquina parada.

Como funciona?

Dúvidas que você pode ter

Não encontrou a sua pergunta? Fale direto com a engenharia — respondemos em até um dia útil.

Enviar uma pergunta

Sim. Desde que o projeto esteja bem documentado, conseguimos analisar e seguir com a produção normalmente.

Produzimos desde pequenos lotes para testes até grandes volumes conforme a necessidade do cliente. Para saber mais sobre esta questão, entre em contato com a nossa equipe!

Sim. Todos os produtos passam por testes rigorosos de qualidade antes de serem entregues ao cliente.

Vamos produzir

Envie os arquivos. Respondemos com um caminho ou com as perguntas certas.

Gerbers, lista de materiais e arquivo de posicionamento já bastam para começar a conversa. Se o projeto ainda não existe, essa parte também fazemos aqui.

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