Além de desenvolver projetos, a Digitalli também realiza a produção de
sistemas eletrônicos em pequenos, médios e grandes lotes. Essa
flexibilidade nos permite atender desde produções-piloto e testes de
mercado até demandas industriais consolidadas. Nosso parque produtivo é
equipado para garantir precisão, qualidade e controle em cada etapa da
fabricação, independentemente do volume.
Esse serviço é ideal para empresas que já possuem um projeto eletrônico
pronto — seja desenvolvido conosco ou não — e precisam de um parceiro
confiável para produzir seus dispositivos. Atendemos diversos segmentos,
como automação industrial, agronegócio, tecnologia e segurança, com prazos
ajustáveis conforme a necessidade do cliente e total rastreabilidade dos
processos de produção.
A montagem acontece inteira dentro da nossa fábrica. Nenhuma placa
viaja entre fornecedores no meio do processo, e é sempre a mesma
equipe que programa a máquina, acompanha o forno e assina o lote.
Cada etapa deixa registro. Se um produto apresentar falha meses
depois, conseguimos voltar ao lote do componente, ao programa de
montagem e ao perfil térmico usados naquele dia.
Conferimos o material recebido contra a lista, separamos os componentes por posição de alimentador e carregamos o programa de montagem. Divergência entre a BOM e o que chegou aparece aqui, antes de qualquer máquina ligar.
02
Impressão da pasta de solda
A pasta é depositada sobre as ilhas da placa através do estêncil. É a etapa que mais decide o rendimento do lote: pasta de menos vira solda fria, pasta de mais vira curto entre terminais finos.
03
Pick and place
A máquina posiciona os componentes de superfície sobre a pasta impressa. É deste equipamento que sai o número de 16.000 componentes por hora — e é ele que a ampliação em curso leva a 32.000.
04
Forno de refusão
A placa atravessa o forno seguindo um perfil térmico definido para aquele produto. Placas com muita massa metálica ou com componentes sensíveis ganham perfil próprio, validado antes de a série começar.
05
Inspeção pós-refusão
Inspeção visual e dimensional das juntas: alinhamento, volume de solda, componente deslocado ou invertido. O que não passa vai para a bancada de retrabalho — não para a caixa.
06
Montagem PTH e solda convencional
Conectores, bornes, transformadores e tudo o que ainda pede furo passante entram nesta etapa, com solda feita à mão por quem faz isso todos os dias. Boa parte das placas é mista: SMT nos dois lados e PTH depois.
07
Teste funcional e gravação de firmware
Cada unidade é energizada no jig de teste desenvolvido junto com o projeto. No mesmo passo gravamos o firmware e o número de série, quando o produto usa um. Placa que sai daqui foi ligada.
08
Embalagem, identificação e expedição
Placa aprovada é embalada em material antiestático e identificada por lote. Junto vai o relatório da produção: quantidade liberada, o que reprovou e o que foi retrabalhado.
Capacidade instalada
O tamanho do lote não decide se a gente atende.
A linha foi montada para trocar de setup rápido. Por isso convivem
na mesma semana um protótipo de poucas dezenas de placas e uma ordem
de produção seriada — e os dois saem da mesma máquina, com o mesmo
programa validado.
Hoje a montagem automática roda a 16.000 componentes por hora. A
ampliação em curso leva esse número a 32.000 sem trocar o processo
que já está aprovado, o que evita requalificar produtos que já estão
em produção.
30+empregos diretos na unidade de eletrônica
16.000
Componentes montados por hora, em operação hoje
32.000
Componentes/hora com a ampliação em curso
2014
Produzindo eletrônica em Vacaria/RS desde
R$ 4mi
Investimento aproximado no parque fabril de eletrônica
ProtótiposLote-pilotoProdução seriadaRastreabilidade por loteSMT dos dois ladosMontagem mista SMT + PTH
Antes do orçamento
O que precisamos receber para dar um número, e não um chute.
Com este conjunto completo, conseguimos orçar sem rodadas de e-mail.
Falta alguma coisa? Envie o que tiver: nós apontamos o que está
faltando e por que aquilo muda o preço.
01
Arquivos de fabricação da placa
São eles que definem o corte do estêncil e permitem conferir se o
desenho é montável na nossa linha antes de comprar qualquer coisa.
Gerber RS-274X ou ODB++
Arquivo de furação (Excellon)
Camadas, espessura e acabamento de superfície
Dimensão da placa e se ela será entregue em painel
02
Lista de materiais (BOM)
Uma BOM sem part number de fabricante não é uma lista: é uma
intenção. Precisamos saber exatamente qual peça comprar ou receber.
Part number do fabricante, não apenas o do distribuidor
Designadores agrupados por item
Quantidade por placa
Segundas fontes que você já aprova, se houver
03
Arquivo de posicionamento
O centroid diz à máquina onde cada componente entra. Sem ele alguém
precisa digitar coordenada por coordenada — e esse tempo entra no
seu orçamento.
Designador, X, Y, rotação e lado da placa
Unidade de medida e origem declaradas
Ou, em último caso, o arquivo nativo do seu CAD
04
Desenho de montagem e observações
O que o arquivo não conta: a polaridade que já causou retrabalho, o
componente que não pode encostar na borda, a altura máxima que o
gabinete aceita.
Vista de montagem dos dois lados da placa
Componentes sensíveis a calor ou umidade
Áreas que não podem receber solda, cola ou verniz
05
Quantidade e recorrência
Volume muda tudo: compra de componentes, custo do estêncil, tempo de
setup e preço por placa. Diga o cenário real, inclusive o otimista.
Quantidade do primeiro lote
Previsão de repetição ao longo do ano
Se haverá lote-piloto antes da série
06
Teste, firmware e prazo
Se a placa precisa sair ligada e gravada, isso entra no orçamento
como etapa de produção — com tempo e jig previstos, não como favor.
As duas formas funcionam e convivem bem. A escolha costuma ser sobre
quem carrega o risco de compra e quem já tem contrato com distribuidor.
Comparação entre o fornecimento turn-key, com material por conta da Digitalli, e o fornecimento consignado, com material do cliente.
Ponto de decisão
Turn-key — material por nossa conta
Consignado — material do cliente
Compra dos componentes
Assumimos a cotação, a compra e o recebimento, incluindo a placa nua e o estêncil.
Você compra e nos envia o kit completo, com a placa nua incluída.
Segunda fonte
Pesquisamos alternativas e submetemos cada troca à sua aprovação por escrito.
A definição é sua; montamos exatamente o que foi enviado.
Falta e obsolescência
O risco é nosso e avisamos assim que um item crítico aperta no mercado.
O risco é seu: a linha só entra em produção com o kit completo.
Conferência na chegada
Feita internamente, contra a BOM aprovada no pedido.
Conferimos o kit e informamos divergências antes de montar qualquer placa.
Sobra de processo
Já prevista no orçamento, sem cobrança extra depois.
Envie um percentual a mais dos componentes pequenos de SMT.
Prazo
Conta a partir do pedido e depende do prazo de entrega dos itens críticos.
Conta a partir da chegada do kit completo à fábrica.
Costuma fazer sentido para
Quem quer um fornecedor único e produtos com produção recorrente.
Quem já tem contrato de compra fechado ou estoque parado para consumir.
Também não precisa ser tudo ou nada. É comum dividir: você envia os itens
que já tem em contrato e nós compramos o restante. A única regra é que
essa divisão fique escrita no pedido, item a item, para ninguém descobrir
a falta com a máquina parada.
Sim. Desde que o projeto esteja bem documentado, conseguimos analisar e seguir com a produção normalmente.
Produzimos desde pequenos lotes para testes até grandes volumes conforme a necessidade do cliente. Para saber mais sobre esta questão, entre em contato com a nossa equipe!
Sim. Todos os produtos passam por testes rigorosos de qualidade antes de serem entregues ao cliente.
Vamos produzir
Envie os arquivos. Respondemos com um caminho ou com as perguntas certas.
Gerbers, lista de materiais e arquivo de posicionamento já bastam para
começar a conversa. Se o projeto ainda não existe, essa parte também
fazemos aqui.